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Cientistas afirmam que a pesquisa com células-tronco adultas é mais útil do que a pesquisa com células-tronco de embriões

Interessantes informações sobre a pesquisa com células-tronco embrionárias - adaptado de lifenews - 24/Maio/2005

No momento que a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos analisa propostas orçamentárias para pesquisas com células-tronco que disputam verbas oficiais, cientistas e observadores do debate sobre células-tronco destacam que as células-tronco adultas têm sido mais úteis e eficientes do que as embriônicas.

Phil Coelho é o principal executivo e presidente do Conselho de Administração da Thermogenesis Corp., que presta serviços de processamento e de preservação criogênica para os principais bancos de células-tronco de cordões umbilicais. Coelho afirma que as células-tronco adultas "foram usadas cerca de 30.000 vezes" em procedimentos clínicos nos Estados Unidos, e diz que as células-tronco de cordões umbilicais, tema de uma das propostas que o Congresso dos Estados Unidos discutirá, "apresenta vantagens dramáticas".

De acordo com Coelho, as células-tronco adultas "podem se transformar em muitos - e talvez em todos - diferentes tipos de tecido; elas possuem a capacidade de suportarem muitas divisões celulares e exigem menos enxertos para uma mesma doença".

Ainda segundo Coelho, o primeiro paciente tratado com células-tronco adultas, em 1988, não apresenta nenhum sinal da Anemia de Fanconi da qual sofria quando criança. Desde então, mais de 6.000 pacientes, com 66 diferentes moléstias foram tratados nos Estados Unidos com sucesso, utilizando células-tronco adultas.

Ele complementa que são espetaculares os resultados com células-tronco adultas. "Um estudo recente aponto um índice de sobrevivência de cerca de 70% entre adultos portadores de alto risco que foram tratados com células-tronco umbilicais. Os resultados são ainda mais promissores entre crianças, com índices de sobrevivência de 80% para as que apresentam síndromes de imunodeficiência".

O deputado federal Dave Weldon concorda com Coelho. "Células-tronco adultas e, em particular, células-tronco umbilicais, estão destinadas a serem as fontes da medicina regenerativa e miraculosa no futuro", disse ele. "A pesquisa com células-tronco embrionárias não está obtendo resultados tão bons".

Por outro lado, a pesquisa com células-tronco embrionárias ainda está por curar um único paciente. Nenhum tratamento aprovado nos Estados Unidos está sendo aplicado em pacientes, como resultado da pesquisa com células-tronco embrionárias, e não há experimentação clínica com pessoas. Depois de 20 anos de pesquisa em laboratório, com cobaias, os resultados alcançados não são seguros.

Nos laboratórios, as células-tronco embrionárias produziram tumores, provocaram rejeição quando transplantadas, e apenas resultaram no tipo errado de células necessárias para substituição das células comprometidas de pacientes.

É por causa disto que os investidores privados aplicaram a maior parte dos seus recursos na pesquisa das células-tronco adultas. William Haseltine, principal executivo da Human Genone Sciences, é um destacado incentivador da pesquisa com células-tronco embrionárias. Porém, ele considera que os resultados ainda estão a décadas de distância e a sua empresa não está gastando dinheiro em células não comprovadas. Ele admite que "a utilização rotineira de células-tronco embrionárias na medicina ainda tarda 20 ou 30 anos".

Haseltine acrescentou que "a linha do tempo para a comercialização (de células-tronco embrionárias) é tão longa que eu simplesmente não investiria. Você pode notar que a nossa empresa não tem feito este tipo de investimento".

Kelly Hollowell, Ph.D., farmacologista molecular e celular, além de ser procuradora do sistema americano de patentes, disse que outro problema com as pesquisas com células-tronco embrionárias é a exigência de coletar tantas células e a necessidade de óvulos humanos para a produção de embriões.

"Para tratar, por exemplo, os 17 milhões de pacientes diabéticos dos estados Unidos será necessário um mínimo de 850 milhões a 1,7 bilhões de óvulos", disse Hollowell. "A coleta de 10 óvulos por doadora requer de 85 a 170 milhões de mulheres. O custo total seria astronômico, no nível de 100 a 200 mil dólares para lotes entre 50 e 100 óvulos".

A doutora Hollowell explicou, em uma conferência da Fundação Heritage, que o processo de obtenção dos óvulos coloca a saúde da mulher em risco. "Os regimes de superovulação dos tratamentos de infertilidade seriam utilizados para a obtenção desses óvulos. Ainda estão sendo debatidos os riscos associados aos regimes de superovulação ou de terapias com elevadas doses de hormônios". Ela considera que as mulheres que adotam estes processos podem estar sujeitas a um "espectro de problemas que inclui perda de memória, apoplexia, acidentes vasculares cerebrais, infertilidade, câncer e até a morte da paciente".

Ela concluiu dizendo que "os dados científicos sobre a pesquisa com células-tronco embrionárias simplesmente não apóiam o investimento contínuo na pesquisa. Mesmo que esta pesquisa alcançasse êxito, ela é falida moralmente e coloca em risco as mulheres".

 

Células-tronco adultas, SIM.
Pesquisa com células-tronco de embriões, NÃO.
Clique aqui para saber mais sobre células-tronco e clonagem terapêutica

 

 

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